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Profissional de saúde segurando as mãos de uma mulher durante uma consulta

Sobre nós

Uma rede feita para a família que não sabe por onde começar

O Grupo Prisma MG escuta o caso, organiza o que está confuso e encaminha para a unidade certa da nossa rede. Não vendemos vaga: indicamos o que faz sentido para cada situação.

O que é uma rede de triagem e encaminhamento

Quase toda família que nos procura começa a conversa com a mesma frase: "eu não sei o que fazer". Já procurou na internet, já ligou para dois ou três lugares, já ouviu preços muito diferentes para a mesma coisa e saiu de cada ligação mais confusa do que entrou.

O Grupo Prisma MG existe para resolver exatamente esse pedaço do problema. Somos uma rede de triagem e encaminhamento — não uma clínica isolada tentando preencher os próprios leitos. Isso muda tudo na conversa que você vai ter com a gente.

Na prática, funciona assim: você conta o que está acontecendo, a gente escuta, faz as perguntas que precisam ser feitas e explica quais caminhos existem para aquele caso específico. Se o caminho for a internação, indicamos a unidade da nossa rede compatível com o perfil da pessoa. Se não for, dizemos isso também.

Profissional de saúde segurando as mãos de uma mulher durante uma consulta
Tudo começa por uma conversa de escuta — não por uma proposta.
Uma clínica sozinha só pode oferecer uma resposta: a vaga dela. Uma rede pode oferecer a resposta certa — inclusive quando ela é "ainda não é hora de internar".

A diferença parece pequena escrita assim, mas ela aparece no primeiro minuto da ligação. Quem tem uma vaga para vender pergunta quando a pessoa pode entrar. Quem faz triagem pergunta há quanto tempo isso dura, o que já foi tentado, como está a saúde, qual é a idade, se há uso de medicação contínua, se a pessoa aceita ou resiste, e como está a família.

Por que uma rede, e não uma clínica só

Dependência química não é uma coisa só. Um rapaz de 22 anos que usa há oito meses e mora com a mãe não precisa do mesmo ambiente que um homem de 58 anos com trinta anos de alcoolismo e problemas de mobilidade. Uma mulher que chega fugindo de uma situação de violência não precisa do mesmo ambiente que nenhum dos dois.

Uma clínica única tem que atender todos eles do mesmo jeito, porque é o que ela tem. Uma rede pode escolher.

As unidades da nossa rede se diferenciam em três eixos, e é a combinação deles que define a indicação:

As três dimensões da indicação

  • Perfil Idade, sexo e condição de saúde
  • Estrutura Rotina, acomodação e atividades
  • Localização Deslocamento e visitas da família
Resultado Unidade indicada
  • Perfil de quem é acolhido — unidades masculinas, femininas e para idosos, sempre separadas.
  • Estrutura — desde unidades com área verde, campo e horta até complexos com quadra, academia e acomodação mais reservada.
  • Localização — algumas ficam mais próximas da região metropolitana de Belo Horizonte, outras no centro-oeste mineiro, o que muda o deslocamento e a logística de visitas.
Sede de unidade comum em meio a palmeiras e jardim Unidade comum
Área externa com quiosque, bancos à sombra e gramado Perfil 60+
Piscina com deck de madeira e espreguiçadeiras Alto padrão
Três unidades da rede, três estruturas diferentes. A indicação parte do caso, não do que está disponível.

Hoje o site apresenta 8 unidades com fotos publicadas, entre comuns e de alto padrão. A rede tem outras, e a decisão de qual indicar nunca é tomada por ordem de fila ou por quem tem mais vaga aberta naquele dia.

Como uma unidade entra na rede

Encaminhar alguém é assumir responsabilidade sobre onde essa pessoa vai passar as próximas semanas ou meses. Por isso nem toda unidade que quer entrar na rede entra.

Antes de indicar qualquer lugar, a gente precisa saber com clareza:

  1. Qual é a estrutura física real — não a das fotos antigas, a de hoje.
  2. Quantas pessoas são acolhidas por ambiente.
  3. Como é a rotina do dia, do acordar ao dormir.
  4. Que tipo de acompanhamento profissional existe e com que frequência.
  5. Como a unidade se comunica com a família durante o período de tratamento.
  6. O que acontece quando alguém quer desistir no meio do processo.

A última pergunta costuma ser a mais reveladora. A forma como um lugar lida com a desistência diz mais sobre ele do que qualquer foto de piscina.

Quer saber qual unidade faria sentido para o seu caso? A gente responde isso na primeira conversa, sem custo e sem compromisso.

Conversar com um especialista

O que acontece na primeira conversa

Muita gente adia a ligação por medo do que vai acontecer nela. Vale então descrever exatamente o que acontece — e o que não acontece.

Mesa de consultório com estetoscópio e prancheta durante um atendimento
Profissional de saúde de jaleco branco conversando com um homem durante um atendimento
Da escuta inicial à avaliação: cada etapa existe para tirar uma dúvida sua, não para adiar a decisão.

O que a gente pergunta

A conversa gira em torno de entender o quadro, não de fechar negócio. As perguntas costumam ser: o que está sendo usado e há quanto tempo; se já houve tentativa de parar e o que aconteceu; se há uso de medicação contínua ou condição de saúde relevante; qual a idade e o sexo da pessoa; como está a convivência em casa; se a pessoa sabe que a família está buscando ajuda; e qual é o grau de urgência.

O que a gente explica

Depois de escutar, explicamos o que se aplica àquele caso: quais são os caminhos possíveis, o que a lei brasileira permite em cada situação, quanto tempo costuma levar cada etapa, o que a família precisa organizar antes e quais unidades da rede fazem sentido. Se o caso pedir avaliação médica antes de qualquer decisão, dizemos isso com todas as letras.

O que não acontece

  • Ninguém é pressionado a decidir na hora.
  • Não existe "vaga que acaba hoje" nem desconto por decisão rápida.
  • Não pedimos dado de cartão, PIX ou pagamento durante a conversa inicial.
  • Não entramos em contato com a pessoa dependente sem que a família saiba.

A conversa acontece pelo WhatsApp ou por telefone, no número (31) 99685-0997, 24 horas por dia. Boa parte das famílias liga de madrugada, durante uma crise, e é para isso que o canal fica aberto.

O que ajuda ter em mãos

Nada disso é obrigatório — dá para começar sem nenhuma informação organizada. Mas se você tiver como reunir antes, a conversa rende bem mais:

  • Há quanto tempo a situação dura, mesmo que por aproximação.
  • O que já foi tentado antes: consulta, grupo de apoio, internação anterior.
  • Se existe alguma condição de saúde conhecida ou medicação de uso contínuo.
  • Idade e situação atual: mora com quem, trabalha, estuda.
  • Se a pessoa sabe que a família está buscando ajuda, e como reagiu.

Uma dica prática que costuma ajudar mais do que parece: escreva o que você observou nos últimos três meses, com datas aproximadas e episódios concretos. Além de organizar a conversa, esse registro organiza a própria cabeça de quem está no meio da situação — e pode ser útil depois, se o caso exigir avaliação profissional.

Por que separamos por perfil

Separar as unidades por perfil não é formalidade nem preciosismo. Tem efeito direto no andamento do tratamento, e vale explicar por quê.

Academia coberta com aparelhos de musculação Masculina
Caminho de pedras entre canteiros floridos Feminina
Quarto claro com duas camas e janela ampla 60+
Cada perfil pede um ambiente diferente — e é por isso que as unidades nunca são mistas.

Unidades masculinas

Homens em tratamento tendem a demorar mais para falar de vulnerabilidade. Em ambiente exclusivamente masculino, com rotina de atividade física, trabalho manual e convivência, essa barreira costuma cair mais rápido — o vínculo se forma no fazer junto antes de se formar na conversa.

Unidades femininas

Uma parte considerável das mulheres que chegam ao tratamento carrega questões que a convivência mista dificulta muito: histórico de violência, culpa relacionada à maternidade, medo de julgamento. Ambiente exclusivamente feminino não resolve isso sozinho, mas remove um obstáculo grande logo na entrada.

Unidades para idosos

Quem tem mais idade precisa de outro ritmo, de atenção a mobilidade e, com frequência, de cuidado com medicação de uso contínuo. Colocar uma pessoa de 70 anos numa rotina pensada para alguém de 25 não é rigor: é ignorar o corpo dela.

Sobre expectativa de resultado

Nenhuma unidade, nenhuma estrutura e nenhum método garante resultado. O tratamento de dependência química tem recaídas, avanços e recuos, e qualquer lugar que prometa cura deveria acender um alerta. O que dá para oferecer é ambiente adequado, rotina, acompanhamento e honestidade sobre o processo.

O lugar da família no processo

Quem liga para a gente quase nunca é a pessoa que usa. É a mãe, a esposa, a filha, o irmão. Alguém que já não dorme direito há meses, que já pagou dívida que não era sua, que já mentiu para parentes e que chega carregando uma culpa que não deveria ser dela.

Por isso o trabalho não começa na internação. Começa na orientação de quem ficou de fora.

Durante o processo, a família:

  • Recebe informação sobre como a pessoa está e o que esperar de cada fase.
  • É orientada sobre como conversar, o que evitar e como sustentar limites.
  • Sabe a quem recorrer quando surge uma dúvida ou uma crise.

Isso importa por um motivo prático, além do humano: famílias orientadas sustentam melhor o tratamento. Quando ninguém em casa sabe o que está acontecendo, a chance de o processo ser interrompido no primeiro momento difícil aumenta muito.

Família caminhando abraçada em um campo ao entardecer
Quem liga para a gente quase nunca é a pessoa que usa. É quem convive com ela — e essa pessoa também precisa de orientação.

Três coisas que quase toda família faz — e que atrapalham

Vale nomeá-las sem julgamento nenhum, porque praticamente todo mundo já fez alguma. Elas nascem de amor, não de descuido.

  • Cobrir as consequências. Pagar a dívida, justificar a falta no trabalho, inventar desculpa para os parentes. A intenção é proteger, mas o efeito é remover exatamente aquilo que poderia empurrar a pessoa a procurar ajuda.
  • Dar ultimatos que não se cumprem. "Se acontecer de novo, você sai de casa", dito pela quinta vez, ensina o contrário do que se quer ensinar: que nada acontece de verdade.
  • Conversar no momento errado. Conversa séria com alguém alterado não é conversa, é desgaste — e nada do que for dito ali será lembrado como você imagina.

Também vale dizer uma coisa que raramente se fala: quem cuida precisa ser cuidado. Se você não dorme há meses, sua capacidade de conduzir qualquer conversa difícil cai junto. Isso não é egoísmo, é condição para conseguir ajudar.

O que a gente não faz

Ser claro sobre os limites é parte de merecer confiança. Então, sem rodeios:

  • Não fazemos diagnóstico. Quem avalia clinicamente é profissional de saúde habilitado. Nossa conversa organiza informação e aponta caminhos — não substitui avaliação médica.
  • Não prometemos cura, prazo nem resultado. Qualquer número dito antes de uma avaliação seria chute.
  • Não fazemos captura, resgate ou remoção forçada. Internação sem consentimento tem regras próprias na Lei 10.216/2001, exige laudo médico e comunicação ao Ministério Público. Explicamos como funciona; não executamos.
  • Não empurramos internação. A própria lei determina que a internação só seja indicada quando os recursos fora do hospital se mostram insuficientes. Para muitos casos, o caminho é o CAPS AD do SUS — e a gente diz isso quando é o caso.
  • Não usamos a urgência da família como argumento de venda. Ninguém vai ouvir da gente que a vaga acaba hoje.
Pessoas sentadas em círculo durante um encontro em grupo
Profissional de saúde segurando com as duas mãos a mão de uma pessoa idosa
Encontros em grupo e acompanhamento individual fazem parte da rotina nas unidades da rede.

Como avaliar qualquer serviço — inclusive o nosso

Este é o tipo de decisão que a maioria das pessoas toma uma única vez na vida, sem repertório e sob pressão. Por isso vale deixar aqui um roteiro de avaliação que funciona para qualquer lugar que você for pesquisar — a gente inclusive.

Perguntas que todo serviço sério responde sem hesitar

  • Posso visitar a unidade antes? Se a resposta for não, ou vier cheia de condições, é sinal de alerta.
  • Quantas pessoas ficam por quarto? Um número claro indica que a estrutura é conhecida de verdade.
  • Que profissionais acompanham e com que frequência? Vale perguntar o que é semanal, o que é diário e o que é eventual.
  • Como funciona o contato com a família? Dias, formato e quem é a pessoa de referência.
  • O que acontece se a pessoa quiser sair? A resposta a essa pergunta revela o funcionamento real do lugar.
  • O que está incluído no valor e o que é cobrado à parte? Medicação, exames, roupa de cama, transporte.

Sinais para desconfiar

  • Promessa de cura, de resultado garantido ou de prazo fechado antes de qualquer avaliação.
  • Pressa para fechar: desconto que expira, vaga que acaba hoje, pedido de pagamento na primeira ligação.
  • Recusa em falar sobre a rotina do dia ou sobre a estrutura de forma concreta.
  • Fotos que não batem com o lugar, ou nenhuma foto atual.
  • Oferta de "buscar" a pessoa sem explicar as regras legais que valem para isso.

Se em algum momento a nossa conversa não passar por esse teste, vale cobrar. Ser questionado nesse ponto é justo — e um serviço que se incomoda com a pergunta está dizendo alguma coisa sobre si mesmo.

Onde atendemos

As unidades ficam na região metropolitana de Belo Horizonte e no centro-oeste mineiro. Atendemos famílias de Belo Horizonte, Contagem, Betim, Ribeirão das Neves, Santa Luzia, Sabará, Nova Lima, Vespasiano, Lagoa Santa, Sete Lagoas, Itabirito, Itabira, João Monlevade, Divinópolis, Itaúna, Pará de Minas, Nova Serrana, Pitangui e Bom Despacho — e também de fora dessa lista.

Duas perguntas aparecem sempre aqui. A primeira é sobre distância: em muitos casos, afastar a pessoa do ambiente onde o uso acontece é parte do tratamento, e não um efeito colateral. A segunda é sobre o deslocamento em si, que é combinado caso a caso, conforme a cidade da família e a unidade indicada.

Como os valores funcionam

As unidades comuns partem de R$ 799. Esse é um valor de entrada, não um preço fechado: ele varia conforme o perfil da pessoa, a unidade indicada e a disponibilidade no momento do contato. As unidades de alto padrão têm valores próprios, apresentados na conversa.

Preferimos tratar valor por conversa em vez de tabela publicada por um motivo simples: sem saber o caso, qualquer número publicado seria certo para alguns e errado para a maioria. E porque a pergunta que realmente importa não é "quanto custa", e sim "qual unidade atende esse caso" — o valor vem depois dessa resposta, não antes.

O que dá para garantir agora: conversar não custa nada, não há cobrança por orientação, e nenhum valor é pedido antes de a família decidir seguir.

O que costuma pesar na conta e vale perguntar

Independentemente de onde a família decida tratar, alguns itens costumam ficar fora do valor anunciado e merecem ser confirmados antes: medicação de uso contínuo, exames solicitados durante o período, itens de higiene pessoal, transporte até a unidade e eventuais deslocamentos para consulta externa. Perguntar isso de saída evita surpresa no meio do tratamento, que é justamente o momento em que ninguém quer ter que lidar com surpresa.

Vale lembrar também que existe caminho gratuito. O SUS mantém os CAPS AD — Centros de Atenção Psicossocial voltados a álcool e outras drogas —, com equipe multiprofissional e, em algumas unidades, funcionamento 24 horas. Para uma parte considerável dos casos, esse é o recurso adequado, e um serviço honesto aponta isso em vez de esconder.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Se a sua dúvida não estiver aqui, é só perguntar — nenhuma pergunta é boba demais para a primeira conversa.

O Grupo Prisma MG é uma clínica?

Não. Somos uma rede de triagem e encaminhamento: escutamos o caso, orientamos a família sobre o que fazer e indicamos a unidade da nossa rede compatível com o perfil da pessoa. O tratamento acontece na unidade indicada.

Vocês cobram pela orientação?

Não. A conversa inicial, a escuta do caso e a orientação sobre o próximo passo não têm custo. Só existe valor se a família decidir seguir com o acolhimento em uma das unidades.

Quantas unidades a rede tem?

O site mostra as unidades que já estão com fotos publicadas, divididas entre comuns e alto padrão, para os perfis masculino, feminino e de idosos. A rede tem outras, e a indicação depende do caso — não do que está exposto no site.

Como vocês escolhem qual unidade indicar?

A escolha considera o perfil da pessoa (idade, sexo, condição de saúde), a urgência, a cidade da família e a disponibilidade no momento. Nenhuma unidade é indicada por padrão nem por ordem de fila.

O atendimento é sigiloso?

É. O que a família conta na conversa inicial fica entre ela e a nossa equipe. Não entramos em contato com terceiros, não deixamos recado com vizinhos e não identificamos o assunto em nenhum tipo de correspondência.

Vocês atendem em qualquer horário?

Sim, 24 horas por dia, todos os dias, inclusive fins de semana e feriados. Boa parte das famílias procura ajuda de madrugada, no meio de uma crise — é para isso que o canal fica aberto.

Preciso já saber o que quero para entrar em contato?

Não. A maioria das famílias chega sem saber por onde começar, e organizar isso é justamente parte do nosso trabalho. Basta contar o que está acontecendo.

Ficou com alguma dúvida que não está aqui? A gente responde na hora, a qualquer hora do dia ou da noite.

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